quarta-feira, 18 de setembro de 2013

Stop Bullying


Bullying é um termo em inglês, o qual significa violência constante. Muitos pensam que estes atos só acontecem na escola. Na verdade, se há contato social, há uma possibilidade desta prática. No entanto, o ambiente escolar é mais propicio, por causa do convívio constante, da proximidade das faixas etárias e, às vezes, da omissão ou da falta de supervisão de adultos.  

Este está acompanhado de preconceito com aquele que é diferente, seja no âmbito, racial, cognitivo, entre outros.


Apesar de apelidos serem as maiores queixas de quem sofre bullying, muitas vezes os atos vão além, como:

Ridicularização

Exclusão
Agressão física

  
   O agressor, geralmente, tem senso de liderança e consegue contaminar outros indivíduos para praticarem direta ou indiretamente estes atos. Todavia, percebe-se que o opressor é carente de atenção; Ele necessita, constantemente, da ‘auto afirmação’. Na realidade, este ser possui sequelas, adquiridas durante a formação do seu caráter. 

  
   Como adultos, pais, educadores, a primeira atitude, cuja nós devemos tomar é de mostrar a ele muito amor e carinho. Eu acredito que assim conseguiremos sua atenção e, logo, ele se abrirá para contar-nos sobre. Se a situação for extremamente critica, o acompanhamento com um psicólogo será essencial para trabalhar com este o aluno.

Paralelo a isso, a escola pode realizar, porque não, uma semana anti bullying. A ideia é desenvolver atividades para explicar sobre o assunto, como: palestras, desenvolvimento de teatro, pintura, música, entre outros. Aí vai da criatividade de cada professor. Este evento nada mais será que um momento de reflexão, o qual fará com que os alunos apreendam e espalhem sobre isto.

Como mãe, opino que nós devemos dialogar com nossos filhos sobre o assunto. Outro ponto importante é de não deixarmos de participar das reuniões da escola, trocar informações com professores, outros pais, acompanhar o desenvolvimento deles na escola; descobrir mais a respeito dos colegas da escola, saber como reagem, quais são os papos, as brincadeiras; Tudo isso porque nossos filhos podem ser alvos de bullying, bem como estar praticando este, muitas vezes, indiretamente, ou seja, estar sendo influenciados e não terem a real noção de seus atos.

Deste modo, evitaremos que eles criem traumas em si e no próximo. E ajudaremos nossas crianças a serem sociáveis e mentalmente saudáveis.

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Meu condomínio: A placa de 10km/h.


   Eu moro em um lugar espetacular, moro mesmo. Eu posso dizer que a infraestrutura daqui é demais! Aqui há regras e elas devem ser seguidas à risca. Qualquer puladinha fora da linha: multa neles!
Contudo, ainda há algumas lacunas que devem ser preenchidas. Por exemplo, não há uma, mas, no mínimo, cinco (ou mais) placas (grandes, por sinal), assim:

     Estas estão espalhadas pelo condominio, porque entende-se que devemos segui-las por algum motivo. LEI. Só que, infelizmente, muitas, mas muitas pessoas teimam em não cumpri-las! E se há uma coisa que eu fico fula da vida é com pessoas, que não sabem fazer conta de matemática, ou pior, pessoas que sabem fazer conta, mas não fazem a mínima questão de tentar pô-las em prática.

   Os que estes seres não entendem/sabem, que o real motivo das placas estarem pregadas é pelo fato de haver no condominio idosos, crianças, animais, que circulam livremente pela área. E quando estes ‘carros’, ‘motos’ vem à tona, causa bloqueio em quem quer desfrutar do espaço. 

  Nós queremos passear com nossos filhos livremente, descer no parquinho, atravessar a rua, sem ter que ficar chamando a atenção toda hora: - olha o carro! Cuidado com a moto. - Os idosos querem passear tranquilamente e os animais precisam descer para tomar um ar puro, sem ficar com esta preocupação excessiva. Enfim, o que queremos é segurança e conforto! Afinal, penso este ser um dos motivos pelo qual TODOS NÓS pagamos pelo condomínio todo santo mês!

  Parece um dramalhão, mas não é! Eu fique sabendo que, há alguns meses atrás, um animal foi atropelado em nosso residencial e deu a maior confusão! Nós não queremos que isso se repita.

  Infelizmente, eu não tenho coragem de marcar a placa de fulano ou sicrano, cujo atinge velocidades maiores que a permitida e dedura-lo à sindica. Eu não quero confusão pro meu lado, muito pelo contrário, quero paz. Além do mais, eu penso que multar ou falar com pessoas que não estão nem aí para nada, não vai resolver: pode até piorar. E no final, só vamos ter armado um barraco, uma intriga à toa. 

Na minha opinião, a conscientização tem que vir da pessoa. Só que a dúvida é: - como? Outra pergunta que fica é: - Diante deste dilema, quais medidas devem ser tomadas? - E a boa resposta, pelo menos, eu ainda não a tenho.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Como escolher a melhor escola pra seu filho?


Cada um tem suas opiniões a respeito, seus pontos de vistas e métodos de seleção; Contudo, nossas escolhas devem ser condizentes com a nossa realidade, principalmente, social para que não cause futuros traumas em nossos filhos.
Digo isso porque algo muito chato aconteceu comigo e acredito que ainda acontece nos dias de hoje. Na primeira infância, eu estudei em uma escola ‘top’, ou seja, onde só havia filhos dos mais importantes da cidade. E eu não era rica. Meu pai tinha um bom cargo na empresa onde trabalhava, porém fazia das ‘tripas ao coração’ para pagar cada centavo daquele lugar.
Só que na época eu não tinha consciência disso. Por isso, eu não entendia porque sofria tanto ‘bullying’. Eu passava horas pensando qual era o meu problema. Cheguei a pensar que ou meu papo era chato demais ou eu era muito gorda ou feia pra me enquadrar naquele ambiente. Quando na verdade não era nada daquilo.
 Hoje eu entendo que, infelizmente, sofri com o preconceito social. Meu pai, por exemplo, não tinha condições de comprar a mochila mais cara ou os brinquedos da ultima geração, então todos zombavam de mim como se eu fosse fracassada por aquilo.
Meu ciclo de amizades só foi mudar quando fui pra uma escola particular, onde tinha alunos com a mesma condição social do que a minha. Lá eu fui feliz, fiz amizade, fui compreendida.
Sabe, assim como meus pais, nós sempre queremos o melhor pros nossos filhos. Nós desejamos uma educação de qualidade, que tenham boas influências, bons conhecimentos. Mas nem sempre aquilo que é bom aos nossos olhos é realmente o melhor. Às vezes, pecamos pelo excesso de zelo. Somos atraídos por um belo ‘banner’ com muitas promessas, mas que podem ser escolhas desastrosas.
Então, antes de matricularmos nosso filho na escola, nós precisamos colocar na balança se a mensalidade e demais despesas irão ‘caber’ no nosso bolso. Além de irmos até o local, conhecer os profissionais, alunos e até, se isso for possível, deixá-lo lá para tirar suas conclusões.
Se conhecer algum coleguinha que estude lá, ótimo! Procure conversar
-com os pais dele e com o próprio amigo para sa-ber melhor sobre o local. Se não conhecer ninguém, não se preocupe, o importante é você se sentir seguro com o ambiente, observar se seu filho gostou desta, se simpatizou com os colegas e professores.
E não deixe de dialogar com seu filho. Muitas vezes é preciso insistir com a conversa, ainda mais quando percebemos que está triste e resistente em ir até à escola.

segunda-feira, 2 de julho de 2012

Certo ou errado?

    O você pensa ser certo ou errado nas horas de tomar as suas decisões? Porque nos importamos tanto com a opinião alheia, quando não temos certeza se tomamos uma decisão correta? E na vida materna, quais caminhos devemos tomar?Meu Deus! -Eu digo- Porque criança não nasce com manual de instrução?

Themis - Deusa Grega da Justiça e esposa de Zeus. Uma mulher sábia, conselheira e justiceira. Nós devemos nos espelhar nela, para desempenhar, principalmente, o papel de esposa e mãe.

   Todas essas perguntas vem à tona quando o assunto é sobre filhos. Desde a gravidez, nós, mamães, ficamos inseguras quanto ao que fazer. Percebemos que ficamos fragilizadas e, quando surge a primeira opinião diferente da nossa, pronto, já é um motivo para ficarmos com um pé atrás com a situação, com a pessoa. Nosso mundo fragilizado, então, vira de ponta cabeça e a pergunta clássica vem à tona: -E aí, será que estou fazendo o que é certo? 
   Bem, na minha opinião, como mãe, eu penso que não exista um certo ou um errado, mas que existe um bom senso. Não é porque fulana faz ou fez tal coisa, que devemos nos prender a isso. Cada um tem sua história, suas tradições, sua cultura, seus pensamentos e não devemos ficar presos ao que pessoas dizem. Porém, sabemos que certas coisas não são licítas e todo mundo tá careca de saber isso, vai...
   Agora, sobre as razões de cada indivíduo ser único, ao que diz respeito a tradições, cultura, pensamento, etc, devemos lembrar que pessoas são diferentes de nós e que nós somos diferentes delas (e isso já começa pelas nossas digitais). Por isso, é bom estarmos atentos à algumas situações: Em algum momento da vida, pessoas falam sem pensar(sem excessões). Eu já fiz muito isso e me dei muito mal, fui mal interpretada(eu e minha boca graaaaande!). Por outro lado, muitas pessoas têm o senso de querem ajudar, sem perceber que, na verdade, estão atrapalhando. Elas podem não estar querendo ser ácidas ou nos afetar, apenas estão a usar de seu senso comum, de sua experiência ao dar uma opinião(sem, muitas vezes, ser pedida), para nos previnir daquilo que as pessoas têm como certezas em suas vidas; No entanto, pode surgir um problemão nesse meio aí: é que quando queremos distorcer uma história, conseguimos(ainda mais se temos certa implicância por esse próximo);E quando queremos ver que o que nos disseram é um problema, ele realmente se torna... Aí algo nos cega e pensamos ser as piores mães possíveis no mundo.
   Agora falando sobre minhas opiniões maternas, como as expresso?Na verdade, eu não condeno(quase) ninguém... Ah, quero dizer, condeno sim! Condeno mães que se drogam na gestação(endendeu? Cocaína, mesclado, Crack...), que jogam seus filhos no lixo, que espancam (muitas vezes, verbalmente. E isso já basta para destruir uma estima; Destruir uma mente brilhante, que poderia se desenvolver com qualquer outra criança alegre e saudável). Do contrário, digo, repito e afirmo NÃO CONDENO NINGUÉM, não aponto, não critico. Cada um sabe o que é melhor pra si. Cada um sabe o que pesa, na consciência, na hora de botar a cabeça no travesseiro, né?
E falando em travesseiro, deixa eu ir ali que o meu já está me esperando há horas.
Durmam com os anjinhos do Senhor,

Rach Perreti.

terça-feira, 28 de junho de 2011

Passeio na Fazenda do Chocolate - Itu/SP

    No dia 18/junho/2011 fomos à FAZENDA DA SERRA, também conhecida como FAZENDA DO CHOCOLATE, que está situada em Itu/SP, na Estrada Parque, sentido Cabreúva/SP. 

  
    O caminho para fazenda é maravilhoso. Muitas árvores, muito verde, cheiro de mato. O fundo do cenário com o barulinho do rio Tietê faz deste início de passeio um momento mágico, de muita paz e serenidade.
    Quanto à entrada, não se preocupem, há várias placas indicando aonde é o local, inclusive uma bem grande ao lado. O estacionamento é amplo e gratuito.

Estacionamento da Fazenda do Chocolate
  
     Chegamos lá por volta de 13h e fomos direto à lanchonete comer crepe suíço, pois estávamos famintos. A lanchonete, que fica em um grande quiosque, é em frente um lindo lago com carpas (peixes), patos, o qual o sol, naquela doce tarde de domingo, refletido na água deixou a paisagem mais atraente e até romântica.
Lago em frente ao Quiosque
  


Atrás da árvore a Adega, antiga Senzala

    A estrutura arquitetônica da FAZENDA DO CHOCOLATE me pareceu bem familiar, bem parecido com a Fazenda Ipanema em Iperó/SP. Depois pesquisando descobri que ela foi construída também na época da vinda da família real no Brasil. As pedras no chão nos rementem à época colonial.

Quanto aos passeios, não optamos em fazer o percurso com o caipira Timóteo, mas para quem quiser é bem interessante, pois ele leva para fazer um tour na fazenda, contando a história do local, até chegar a casa do Caipira. Há outros passeios como cavalgadas, com guias ,nas extensões das antigas trilhas de café. Um passeio que dura por volta de 1 hora, onde você poderá apreciar a natureza e vivenciar um pouquinho do que era ser um tropeiro ou um bandeirante. Para a criançada menor tem a opção de montar no pônei e alimentar os animais com alimentação própria adquirida por lá.
Local de Degustação do Café
    Na fazenda do chocolate há uma fábrica de chocolate, obviamente, a qual o produz segundo uma receita de uma família Alemã. Eu experimentei e ficou um gostinho de quero mais na boca; Assim como o café, produzido também lá, o qual você pode degustar. Impossível ir embora sem querer levá-lo, tão impossível que não resistimos e compramos. O aroma é simplesmente indescritível, tão contagiante que, na volta, até nosso carro sujinho ficou cheiroso. E, com certeza, voltaremos mais vezes para comprá-lo.
    Lá tem uma adega, cuja era a antiga senzala, aonde vende muitos doces caseiros como: doce de leite com goiabada, doce de amendoim (gibi), doce de leite com chocolate, etc, além de ótimos licores e vinhos, os quais também há degustação. Nós compramos um licor de cereja, o qual foi produzido na vinícula Brunholi e valeu muito a pena, acima de tudo, pelo preço, que é execelente em comparação a outros no mercado.
A infrainstrutura para bebês é boa. Há um trocador tanto no banheiro masculino, quanto no banheiro feminino. Quando fui trocar o Lincoln a mulherada ficou encantada com ele.
     O bebê tem apenas 5 meses e já adora passear, fica quietinho, só chora para trocar fraldas e mamar. Gostou de ver o movimento e amou ver os animais, soltos pela fazenda, lindos pavões, espécies ornamentais, em especial, os galos e as galinhas. Eu levei o carrinho e o ele até dormiu lá e mamou na escada em frente à Casa Grande.
    O local estava cheio de gente, além de muitas crianças e alguns bebês.

    Na saída passei dar uma olhada na lojinha de artesanato que é a entrada como também a saída do local.
Tudo foi muito bom, porém a única coisa que deixou a desejar foi na saída, que ficou uma muvuca de carros. Uns querendo sair e outros entrar e ninguém dava espaço para ninguém. Mas nada que não fosse resolvido com muito bom humor, ainda mais depois de um dia de passeio incrível, principalmente, para o pequeno LiliBunny.

Fazenda ao entardecer do dia











Para quem quer saber mais sobre a Fazenda do Chocolate assessem: Fazenda do Chocolate

Um abraço e até a próxima!

domingo, 26 de junho de 2011

Passeio na Fazenda Ipanema - Iperó/SP

Vou começar uma série aqui no meu blog, com dicas de passeios, principalmente na região de Sorocaba/SP; Como viajamos muito, para fora do estado também, colocarei as demais viagens e passeios com bebês e crianças, visando também sobre a infraestutrura que adeque aos pequenos.


O primeiro passeio do nosso Lilibunny foi no dia 20/maio/2011, na RESERVA FLORESTAL IPANEMA, chamada antigamente como FAZENDA YPANEMA.

Fazenda Ipanema por Ariane Dellai

   Ela, com grande extensão de Mata atlântica, cuja é preservada pelo IBAMA, se situa na cidade de Iperó/SP, mas também é muito perto de Araçoiaba da Serra/SP, que fica à 20km de Sorocaba/SP. Neste local  funcionava a Real Fábrica de Ferro de São João de Ipanema, a primeira Indústria Siderúrgica do estado de São Paulo. Também lá foi construída a primeira represa artificial do Brasil e o primeiro cemitério protestante. 
   Este fascinante lugar, fundado após a vinda da família Real para o Brasil, é muito rico em belezas naturais, histórias da nossa gente, o povo brasileiro. Pra quem gosta ou gostaria de se sentir no período colonial, este é um ótimo passeio. Inclusive lá tem um portão em homenagem a maioridade de Dom Pedro II, além de outros patrimônios: como o casarão, a fábrica de armas brancas e também ruínas, resquícios de um passado distante, mas que contagia quem vai até lá! 
  Na chegada, logo vê-se a represa e um lugarzinho para quem quer passar uma tarde fazendo picnic, descansando, lendo um bom livro... Também tem opções de trilhas. Nós não fizemos por causa do bebê, mas acredito que crianças maiores já possam ir, até porque vive tendo excursões escolares, que optam pelas trilhas também. 
   Por lá vemos uma vila, com as casinhas, algumas conservadas, outras bem 'derrubadinhas'. Eu fiquei extasiada na fazenda, porque amo história, adoro imaginar como o povo vivia, quem morava lá, como eram seus costumes, quais as brigas, os romances. Realmente, eu viajo de corpo e alma quando vou a um lugar desse. Assim, quando fomos para Paraty/RJ. Eu fiquei fascinada, mas em outra ocasião eu conto esta história.
Fazenda Ipanema por Ana Érica Buffa @anaericamm


Não sei se há cantina por lá, mas no dia em que fomos, tinha um grupo vendendo sucos e lanches naturais. Quanto a infraestrutura para bebês, essa vou ficar devendo! Eu não troquei a fralda do bebê e, como sou distraída, nem reparei, mas semana que vem voltarei lá para tirar umas fotos,  e conto para vocês. Lá tem oficina de artes e,também ,uma sala com muitos papéis e cartazes pendurados, os quais relatam a breve história do local.
Vale muito a pena ir!
 No dia em que fomos não precisamos pagar para entrar lá mas, geralmente, pelo o que um guia me disse, de quinta à domingo é  cobrado uma taxa de R$5,00, crianças menores de 12 anos e idosos acima de 60 anos não pagam e é aberto das 8hrs às 18hrs, E de segunda à quarta a fazenda é reservada para estabecimento de ensino. Para quem quer fazer trilhas  é importante lembrar que é preciso agendar e tem que pagar também. O telefone da Fazenda  Ipanema é o (015) 3266-9099. 
Se quiserem saber mais sobre a história da FAZENDA IPANEMA acessem: http://www.cidadedeipero.com.br/ipanema.html
Se quiserem ver mais fotos da FAZENDA IPANEMA através do olhar da fotógrafa Ana Érica Buffa acessem: http://www.flickr.com/photos/anaericamm/sets/72157608577982855/with/2586036854/

Abraços!

sábado, 25 de junho de 2011

Um batizado diferente

Dia 12/junho foi batizado do pequeno Lilibunny. E eu não poderia de deixar de quebrar as regras do tradicional, afinal adoro 'causar', inventar, modificar.

Batizado do LiliBunny
A festa foi tudo 'módê' caipira, desde a decoração até a comida. Intitulamos o nome como Arraiá do Lincoln. A festa foi em comemoração ao seu batizado, pois o batizado mesmo foi na igreja Presbiteriana Betel. A festa aconteceu na casa do vovô Ditinho e da vovó Déborah. Convidamos os vovôs, os bisavôs, os tios e tias avós e os primos também!

Mesinha e ao fundo mesa com os doces
Teve uma mesa com quitutes juninos, onde tinha pamonha doce salgada, pipoca dos dois sabores, amendoim, batata doce, doce de abóbora,etc.
Mesa do bolo e ao lado de quitutes
A mesa do bolo foi forrada com um pano do Chico Bento, em cima dela tinha uma réplica em miniatura de uma cacimba (poço de água), o bolo de amendoim feito pela vovó Dé (divino!), com um espantalho em cima. As lembrancinhas eram trouxinhas de pano xadrez, com anis estrelado dentro, amarrado com barbante e uma canela em pau enroscado nele. Todas mesinhas forradas com plástico xadrez, e, em cima delas, um cardápio e uma cestinha com doces, idéia da tia Su. O almoço foi um belo de um churrasco (como se eu gostasse muito de carne!), com a farofinha mara da mamãe e a maionese indispensável da tia Dy! A decoração foi 'minha' criação, a partir de algumas idéias da internet (teoria do Devir...) Na 'arrumação' quem ajudou foi a tia Suzy Pipoca e o tio Hynx, preguiçoso, que, às vezes, ia lá fora encher uma bexiga. 
Família doida Reunida cantando parabéns pro Juninho e vô Joracy!

Vovô Ditinho falou sobre o batismo e a importância dos pais na criação do filhos.
Até a cachorrada participou. Olha o Pupinho aí...
...E o pepinho fofo!
Foi tudo muito simples e gostoso.
O bebê adorou, mas ficou cansadinho e acabou dormindo na festa!